Eu e o mundo
Não sou indígena, nem negra, nem parda e nem branca, vivo em um lugar onde tudo isso se misturou e agora querem nos colocar em caixinhas novamente.
Vivo em um mundo sem fronteiras, ou fronteiras demarcadas por água e não por terra, mas fornteiras imaginárias insistem em surgir na cabeça de pessoas reais e poderosas que se esquecem que um dia também vão morrer, determinando onde cada um pode e não pode pisar.
Evolução, progresso, tecnologia, será?
Para que e para quem?
Será que estamos evoluindo ou regredindo?